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Hoje, vou falar de algo que aparece em vários jornais, todos os dias.
É o aquecimento global. Venho ressaltar que se não cuidarmos deste caso, a vida na terra será extinta. A nossa vida será extinta. Seremos uma civilização perdida no tempo. Mas há simples atos que podem mudar esta situação.
Comprar aparelhos de baixo consumo de energia,
Troque as lâmpadas incandescentes por Compactas fluorecentes (CFL)
Cobrar dos políticos/ responsáveis transporte público de qualidade, para substituir carros e motos por ônibus e metrôs;
Apagar lâmpadas que não estejam em uso;
Ao desligar os aparelhos, retirá-los da tomada;
Em seu computador, use wallpapers escuros (economixam energia);
Não jogar lixo nas ruas ou em rios e córregos, cobrar dos políticos rede de esgoto, que é direito do cidadão;
Limpe ou troque os filtros de ar-condicionado (Limpar um filtro sujo pode diminuir 160 kg de dióxido de carbono por ano)
No verão, tome uma ducha fria ao invés de ligar o ar condicionado;
Alguns atos podem parecer complexos, mas são vitais para a vida neste planeta.
“Se no Brasil, o meio ambiente já é degradado por meio de desmatamentos e erosões, os reservatórios de água irão diminuir, aumentando as áreas desertas. Com o avanço da temperatura global, será quase impossível viver nessas áreas em curto prazo, porém não impossível, uma vez que o corpo humano se adapta conforme as necessidades. Com isso, o ecossistema desta região ficará totalmente desequilibrado, permitindo a extinção de várias espécies de animais.
Com o degelo das calotas polares, o nível do mar irá subir. Em longo prazo, o degelo das calotas fará os oceanos subirem até 4,9 metros, cobrindo vastas áreas litorâneas no Brasil, além de provocar a escassez de comida, disseminação de doenças e mortes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui à modificação do clima 2,4% dos casos de diarréia e 2% dos casos de malária em todo o mundo. No nosso caso, a dengue poderá provocar uma epidemia nas regiões alagadas ou até mesmo em regiões planálticas, resultado da falta de definição das estações. Além disso, as ondas de calor, que com o fenômeno irão aumentar em proporção e intensidade, serão responsáveis por 150 mil mortes a cada ano em todo o mundo; no Brasil isso também será uma realidade.
A incidência de furacões, que é praticamente inexistente no Brasil, poderá ser grande. Isso já está acontecendo aos poucos, principalmente na região Sul. O furacão Catarina, por exemplo, tinha ventos que variavam entre 118 km/h a 152 km/h.”


